Dupla ou tripla jornada, sem deixar a peteca cair. Antes de mães, mulheres, incríveis, potentes e especiais, você vê por aqui! Close nas mamães do 4Work!

Elas são de tudo um pouco e podem ser o que quiserem, porque carregam em si a energia geradora. Aqui no 4Work elas fazem toda diferença. Trazem ternura, ordem, alegria, leveza e bolos gostosos para o lanche! São admiradas por todos e nesse mês dedicado a elas resolvemos não só honrá-las mas permitir que outros as conheçam e também tenham a chance de serem tocados por elas como nós somos aqui.

Nós entrevistamos 3 delas. Fiz algumas perguntas comuns a todas e outras específicas para cada, porque elas vivem realidades diferentes. Iríamos entrevistar mais uma… mas ela levou esse negócio de mês das mães tão à sério que teve bebê há alguns dias! Então fica nossa homenagem: Parabéns, Tábata! Seja bem-vindo, baby Salvador!

Agora vamos às nossas mamães 4Workers!

Anna Paula

Contadora, a  Anna Paula Martins (39) é empresária e vive como autônoma há 18 anos! Antes mesmo de se tornar mãe das lindas Amanda (12) e Carol (5).

Para Anna, ser mãe e empreendedora ao mesmo tempo “não é uma tarefa muito fácil. É uma tarefa dobrada. São 2 bebês, a criança e seu empreendimento. Os  2 demandam tempo, atenção, cuidado e muito amor. Como os filhos, os empreendimentos te dão alegrias e desafios diários, então, é uma tarefa sempre bem emocionante”.

Ouvi dizer que para mães empreendedoras o ideal era home office. Daí aproveitei pra checar com a Anna por que optou por Coworking e, sinceramente, em nome do 4Work, fiquei toda boa. Porque olha… Segundo ela:

“O Home Office não é o ideal para mães empreendedoras, acho que seria mais como o ‘possível’ ou o mais fácil de conciliar para algumas. O ideal, no meu ponto de vista é ter uma separação entre trabalho e casa para que seu lazer não vire trabalho. Eu optei pelo coworking justamente para ter essa separação, em casa sou mãe e no trabalho sou empreendedora. O ambiente de casa deixa seu trabalho muito amador, já o coworking me deu o profissionalismo que precisava, com um custo que para mim é acessível”.

Em suma: a gente arrasa!

Para Anna, o maior desafio de ser mãe e empresária é manter o ponto de equilíbrio. Mas sendo mãe aprendeu a dar aos seus clientes exatamente o retorno que precisam: “não só com profissionalismo, mas também com carinho e dedicação que só com a maturidade e a maternidade e aprendi e desenvolvi”, diz ela.

Agora anota a dica do que a Anna diria para mães que querem ter seus próprios negócios e se sentem divididas entre os filhos e a carreira:

“Diria para não ficar indecisas pois podemos criar os dois. As mulheres tem esse dom: o dom de fazer duas coisas ao mesmo tempo. Ser mãe não nos impede de sermos também empresárias”.

Anotou? Agora bora conhecer a Paula que o case dela é lindo!

Paula

Tava lá Alice (8), aconchegada no puff do cantinho mais delícia do 4Work, curtindo alguma coisa legal no tablet, quando eu a conheci. A Paulinha precisou levar a filha para o trabalho. Assim, filha sem “aspas”, apesar de, como ela gosta de dizer, a Alice ser “filha do coração”. Porque filha do coração é filha de verdade também. Não dizem que mãe é quem cria? Eu também fui meio criada pela minha mãedrasta, Eliene, que eu chamo de “tia”. O que confunde uma galera… Mas eu digo sim: “Feliz Dia das Mães, tia˜, apesar de as únicas filhas que ela teve a chance de ter na vida terem sido minha irmã e eu. E digo isso porque ela, assim como a Paulinha, aceitou o desafio de me adotar no coração quando se uniu ao meu pai. E é um desafio e tanto! Por isso fiz questão de incluir a Paulinha nesse artigo. Porque sei que não é fácil, não… Minha mãe já deve tá com ciúme agora, por exemplo. (Risos!) Mãããe, te amo! E você é maravilhosa, insubstituível e seu lugar tá reservadinho! Não se preocupe. Tem lugar para amor de mãe de todo tipo no nosso coração!

Mas bora dar o Close na Paulinha! Vem comigo.

Consultora de negócios da DOTZ (“você tem Dotz”?) há 3 anos, a Paula Zampieri de Carvalho (37), além de gente boa toda vida, é mãedrasta do “minigentleman” do Iago (13) e da princesa Alice (8).

Como entrevista de mães desse naipe você não encontra todo dia, esse bate papo eu vou reproduzir na íntegra.

4Work: Paulinha, você é uma mãe especial. “Mãe do coração”, como você gosta de dizer. O que se tornar mãe por amor te trouxe de transformação como pessoa ou na sua visão de mundo?

Paula: “Ser mãe de coração, ou mãedrasta, é se apaixonar e se entregar com todos os dias com todo amor deste mundo. Eles me trouxeram amadurecimento e muita coragem pra enfrentar qualquer coisa. Na minha visão, o mundo precisa melhorar. Precisa mudar o conceito do que é ser uma mãe especial ou de coração (não importa o título). Ainda existe um preconceito camuflado que só nós sabemos”.

4Work: Qual é o maior desafio de ser mãe e trabalhar fora?

Paula: “No início da jornada de ser mãedrasta tive um descompasso,  adequação. Mas tudo foi se ajeitando. Preciso e gosto de trabalhar, Tento criá-los o mais independentes possível. Estou sempre na minha função, após as 18h, nas conversas, lição de casa, notas nas provas, merenda pra escola, médico e reuniões. E assim seguimos. Ser mãedrastra é fácil?! Não, não é. Mas é um cansaço que vale a pena pois é recheado de muita harmonia e amor sincero”.

4Work: No que você acha que trabalhar fora e num coworking contribui para sua qualidade de vida, enquanto uma mulher que se divide em várias funções?

Paula: “Se dividir entre afazeres de casa, crianças e trabalho é quase ser da família do mestre dos magos. Sou dessas e me orgulho muito disso!!! Acordo cedinho para dar conta de tudo, e sim, estar trabalhando num coworking perto de casa facilita muito a vida”.


4Work:Há alguma coisa que você perceba que o tornar-se mãe te ajuda na profissão? Algo que se você não fosse mãe não faria tão bem?

Paula: “Ainda não sendo mãe de sangue, hoje tento me planejar em tudo pensando neles.  Promover dias e momentos agradáveis. Penso no futuro deles, nas roupinhas da moda, no brinquedo bacana, livros. Quando não temos criança as coisas ficam menos medrosas. Hoje tudo é pensado, qualquer decisão, e isso me amadurece todos os dias.

Só agradeço a Deus por ser eu a escolhida para receber tamanho amor”.

Nós agradecemos também por compartilhar esse amor todo conosco, Paulinha!

Agora, se preparem para a linda da Talissa!

TALISSA

A Talissa Neves de Araújo (24) é nosso braço direito e esquerdo no 4Work! Sem ela a gente nem abre! Ela é nossa auxiliar administrativa há 2 anos e 4 meses e mãe do foooofo do Isaque, de 3 anos e 9 meses. Quis fechar esse Close com ela, porque o recado que ela tem para deixar para as outras mamães é poesia. E não encontrei forma mais linda de terminar esse artigo.

Para a Talissa, ser mãe e trabalhar fora ao mesmo tempo “é adaptar-se ao um novo mundo de descobertas e desapego”. E o maior desafio que ela enfrenta ao desdobrar-se entre o trabalho de 8h às 18h e a maternidade é a organização do próprio tempo.  

Mas, assim como Anna e Paulinha, a Talissa também acha que há algo que ela faz melhor na profissão porque é mãe:

“Ser mãe é uma escola diária, aprendemos com nossos filhos. Isso nos ensina a ser pacientes e nos moldar em algumas circunstâncias. Eu aprendi a lidar melhor com certas situações”.

Outra coisa que eu suspeito que a Talissa faz melhor por ser mamãe é poetizar!  Quando eu perguntei o que ela diria para mães que querem trabalhar fora mas se sentem divididas entre os filhos e a carreira, ela respondeu de uma forma tão tocante que é assim, com esse recadinho que a gente vai terminar. Se fosse uma matéria da Globo a logo subiria em silêncio no final para te deixar refletir sem atrapalhar! Então fico por aqui… e te deixo com a conclusão de nossa mamãe poetisa, Talissa:

“De fato se alguém nos perguntar de imediato se queremos deixar de trabalhar, a resposta tende a ser sim! Poucos minutos depois, a gente pensa melhor, descobrimos que talvez não seria feliz se não trabalhasse fora.

Então o que eu diria é:

Os filhos são como as pipas;
Você ensinará a voar, mas não voarão o teu voo.
Ensinará a sonhar, mas não sonharão teu sonho.
Ensinará a viver, mas não viverão a tua vida.

Logo, precisamos viver nossas vidas e correr atrás do que nos move. Somos capazes de ser mães, médicas, professoras, astronautas e super-heroínas! Você pode ser mais de uma coisa, e seus filhos nunca vão te culpar por isso”!   

Eu sou Leandra Barros, e espero que tenha curtido esse artigo,
escrito para você, em Maio de 2019.
#somos4work